Nos últimos dois dias, o Distrito Federal recebeu a 9ª edição da Campanha Nacional #AprenderParaPrevenir: Cidades sem Risco, mobilizando alunos, educadores, membros de comunidades e diversas iniciativas populares da capital. O foco da ação é a capacitação em reconhecimento de riscos, prevenção e atuação diante de emergências climáticas, com atividades formativas especialmente direcionadas a comunidades consideradas vulneráveis.
A iniciativa, desenvolvida pelo Ministério das Cidades, visa fortalecer a colaboração entre os moradores, instituições públicas e ambientes de ensino, sobretudo naquelas comunidades que enfrentam desafios socioambientais e são mais suscetíveis a eventos extremos.
“A iniciativa estimula o desenvolvimento de campanhas locais de redução de riscos de desastres no território onde vivem, ampliando a capacidade de prevenção e resposta antes que emergências ocorram.”
Conforme comunicado da pasta, a campanha sublinha que a prevenção de desastres é um processo que se inicia no dia a dia das comunidades, fundamentado na disseminação de informações, na educação e na mobilização coletiva da população.
A programação dos dois dias de atividades incluiu uma série de diálogos, encontros para formação e oficinas específicas da campanha. Nesses espaços, os participantes tiveram a oportunidade de colaborar na criação de propostas práticas voltadas à mobilização para a prevenção de desastres.
“O objetivo é fortalecer redes locais, qualificar os habitantes dos territórios e transformar conhecimento em ação concreta, contribuindo para cidades mais preparadas diante dos riscos climáticos”, completou o ministério.
Em 2026, a campanha #AprenderParaPrevenir tem um foco prioritário em 23 municípios de diferentes regiões do Brasil, projetando um impacto direto em aproximadamente 30 mil estudantes. Até o momento, encontros formativos foram conduzidos em Pernambuco, Rio Grande do Norte, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.
Esta ação é parte integrante de políticas públicas que abrangem as áreas de educação, ciência e desenvolvimento urbano. Ela reforça a prevenção como um pilar essencial para a justiça climática, especialmente em territórios de maior vulnerabilidade.